"A Imaculada Conceição é, portanto, o fruto mais nobre e grandioso da morte do Salvador, como também prova do grande amor de Jesus a sua Mãe. O Espírito Santo é a bondade, o amor e a generosidade de Deus em distribuir bens naturais e sobrenaturais. Na Imaculada Conceição este Divino Espírito manifesta uma bondade inesgotável, não só em ter adornado Maria de bens naturais extraordinários, como também, e principalmente em tê-la enriquecido de dons e graças divinas." Confira o especial completo sobre Nossa Senhora da Imaculada Conceição."
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Francisco, Clara e a Eucaristia



Na história da igreja, a eucaristia esteve em progressiva ascensão na prática do povo cristão até o século IV, começando depois uma decadência que chegou ao ponto mais baixo no século XII.

Começou a renascer de forma tímida em alguns lugares da França e teve um momento de cisivo no IV Comcílio de Latrão, em 1215.


Francisco e Clara de Assis estavam começando sua nova vida. Francisco, que para um homem simples como era, escreveu muito, tem na Eucaristia o tema mais frequente de seus escritos. Fala só sobre ela na Primeira admoestação, na Carta a toda a Ordem, nas duas Cartas aos Custódios e nas duas Cartas aos clérigos. Mas tem excelentes reflexões também nas Cartas aos fiéis, na Regra não Bulada, no Testamento. Depois de suas pregações ao povo, sempre reunia os padres para falar sobre a eucaristia.


Chegava a andar com uma vassoura embaixo do braço para varrer as igrejas que encontrava sujas. Amando profundamente a Jesus, dizia que não conseguia vê-lo de maneira mais concreta do que na Eucaristia.




Clara é representada com uma custódia na mão. O fato histórico é que recorreu à Eucaristia em um momento difícil de seu mosteiro e de sua cidade. Mas o mais importante é perceber como viveu no dia a dia, com suas irmãs, a fé eucarística profunda que a fazia identificar-se com o "cordeiro imolado" e organizar toda a vida em torno da mesa sagrada.


A maneira de os dois santos viverem a Eucaristia não nos deixa dúvida nenhuma: para eles, não há nada mais concreto de Deus neste mundo do que o mistério do corpo e do sangue de Cristo que nós celebramos em nossos altares. Foi vivendo intensamente essa presença transformadora de Jesus Cristo que eles renovaram o mundo, com uma força que não se esgota oitocentos anos depois.



Colaboração: OFS

Texto de Frei José Carlos Pedroso - OFMCap.

Transcristo do Boletim Informativo da OFS

Maio/Junho/2009


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Texto extraido do site da Provincia dos Capuchinhos do Estado de São Paulo

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